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Matéria sobre das cenas de uso aberto de drogas menciona dados do Observatório do Crack

Quarta, 18 de outubro de 2017.

ABrO perigo das cenas de uso aberto de drogas. Esse é o título de reportagem da revista Veja, publicada nesta quarta-feira, 18 de outubro, que menciona números do Observatório do Crack da Confederação Nacional de Municípios (CNM). O texto afirma que a aglomeração de usuários e traficantes em espaços públicos, para consumir e vender drogas ilícitas, é um dos mais graves problemas que afetam centros urbanos ao redor do mundo.

De acordo com a matéria, o fenômeno conhecido como cena aberta de uso de drogas – originário do inglês, open drugs scenes – não é somente um enorme desafio social e de saúde, mas principalmente confronta o Estado na sua função mais básica e primordial: a garantia da segurança e da ordem pública. As cenas abertas de drogas variam de tamanho, visibilidade e localização. Algumas cidades têm cenas menores e dispersas, enquanto outras se deparam com cenas grandes e concentradas.

Nesses espaços é comum um ambiente de desordem e permissividade, é um polo de atração ou terreno fértil para expansão de atividades criminosas, conforme identificou estudiosos da Escola de Chicago. Também se verifica descarte de lixo a céu aberto, impacto negativo no comércio local, prostituição e pedofilia, sensação de insegurança e proliferação de doenças. Além dos traficantes e dependentes, o ambiente recebe moradores de rua, compradores de drogas e visitantes curiosos.

A notícia também menciona dados da CNM. A droga está presente em pelo menos 78,5% dos Municípios brasileiros, sendo um problema grave em 20,7% deles, segundo mapeamento feito em 2016 pelo Observatório do Crack. Por fim, sinaliza que todos os locais que obtiveram êxito na extinção das cenas abertas adotaram políticas de tolerância zero com a perturbação da ordem pública.

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